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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Batismo - um exemplo a ser seguido


Um exemplo a ser seguido
Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”  Mateus 28.19

O batismo em água é uma ordenança de Cristo à Igreja, pela qual o crente dá testemunho público da sua fé em Cristo, como seu Salvador e Senhor.


Arrependimento, pré-requisito para o batismo – Atos 2 38.41
Ponto de partida para o crente integrar-se à igreja – Atos 2.41
Identificação com a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo – Romanos 6 4-8
Símbolo do novo nascimento – Colossenses 2.12
O batismo é efetuado em nome da Trindade – Mateus 28 18-19 / At 16.33
O batismo é o testemunho público dos discípulos de Jesus – Atos 16.33

Marcos 16
15 - E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 - Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

Mateus 28
19 - Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Batismo: O termo descreve diversos conceitos teológicos: Batismo em águas e com o Espírito Santo, batismo de arrependimento; batismo do Espírito. 

Para constituir o seu povo na Terra, o Senhor Jesus estabeleceu a Igreja, o seu corpo (Ef 1.22,23). A Igreja do Senhor Jesus é composta de pessoas que se arrependeram de seus pecados e, pela fé, aceitaram a Jesus como seu único e suficiente Salvador. Entretanto, o sinal de ingresso e identificação do novo crente na igreja local é a sua obediência às ordenanças de Jesus à igreja: o batismo em águas e a Santa Ceia.


O QUE É BATISMO
1. Sentido literal. Na língua original do Novo Testamento, o grego, a palavra batismo (baptizō) significa “imergir”, “mergulhar”. Vários textos do Novo Testamento mostram que o batismo era efetuado em águas abundantes de rios, lagos ou mares, ou algum outro local com água suficiente para imergir a pessoa que desejasse ser batizada. Jesus, quando dirigiu-se a João Batista para ser batizado, foi conduzido pelo profeta para dentro do rio Jordão (Mt 3.13-17; Mc 1.9-11; Lc 3.21,22; Jo 1.32-34). Nos Atos dos Apóstolos, que contém a história inicial da igreja, o mesmo procedimento do batismo por imersão é registrado em diversas passagens: At 2.41; At 8.36-39; 9.18.

2. O sentido litúrgico. O Novo Testamento estabelece apenas duas ordenanças que, embora não salvem, testemunham da graciosa salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Essas ordenanças são também símbolos que expressam a nossa fé e comunhão com Cristo, a saber: o batismo em águas por imersão e a Santa Ceia. Essas duas instituições são chamadas pela igreja de ordenanças, porque foram ordenadas por Jesus (Mt 28.19; 26.26-28; Mc 16.16). Os discípulos cumpriram a ordem do Senhor Jesus, batizando os novos crentes, conforme o mandamento de Cristo (Mc 16.20; At 2.41; 8.12,13,36-39; 10.47).

O batismo em águas é tanto um conceito como um ato litúrgico. Como conceito, significa imergir, mergulhar, mas como um ato litúrgico, representa os símbolos que expressam a nossa fé e comunhão com Cristo (Cl 2.12; Rm 6.4). 

"Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida." Romanos 6.4


A IMPORTÂNCIA DO BATISMO POR IMERSÃO
O batismo cristão não salva, não lava pecados e não complementa a salvação. Somente a obra expiatória de Cristo consumada no Calvário salva e purifica o pecador de seus pecados (Hb 2.17; Ef 1.7; 1 Co 15.3). No entanto, o batismo em água por imersão é um testemunho público da nova vida em Cristo assumida pelo batizando.

1. A forma do batismo. Ao tratar do batismo, a Bíblia é incisiva ao demonstrar que o convertido deve ser imerso na água (At 8.36) como um sinal físico e visível de sua fé. Portanto, o batismo além de requerer muita água (Jo 3.23), também condiciona que, tanto o que batiza, o oficiante, quanto o batizando, o candidato, desçam à água (At 8.38). A linguagem bíblica empregada na simbologia do batismo em Romanos 6.4 e Colossenses 2.12 implica imersão total.

2. A autoridade para batizar e a fórmula do batismo. Muitos não percebem estes dois fatos da doutrina do batismo e trabalham de forma errada.
a) Autoridade. A ordem divina para batizar, bem como a fórmula do batismo, temo-las a partir de Mateus 28.19: “Batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. O “nome”, de acordo com a cultura hebraica, está relacionado com “autoridade concedida”, como ocorre até hoje no dia-a-dia. “Em nome” fala-nos do direito concedido por Jesus aos seus ministros para efetuarem o batismo de acordo com a ordenança divina. Os textos de At 2.38; 8.16; 10.48 e 19.5 enfatizam a autoridade para batizar “em nome de Jesus”.
b) A fórmula. Ainda em Mateus 28.19, encontramos a fórmula do batismo na expressão: “do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, pois a salvação procede do Pai que a planejou; do Filho, que a consumou; e do Espírito Santo que tanto efetuou a encarnação do Filho, como também aplica a salvação ao homem. A fórmula tríplice do batismo é uma maneira de ressaltar a Santíssima Trindade: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. No entanto, os unitaristas* deturpam e negam a doutrina da Trindade de Deus. As Escrituras, porém, ensinam que Deus é uno e ao mesmo tempo triúno, isto é, Deus o Pai, Deus o Filho, e Deus o Espírito Santo.

No contexto do Novo Testamento, o batismo em águas é realizado por imersão (forma), na autoridade triúnado Pai, Filho e Espírito Santo.

*Unitarismo: Seita protestante do séc. XVI, que negava o dogma da Trindade, reconhecendo em Deus uma só pessoa.


AÇÃO INTEGRADORA DO BATISMO NA VIDA DA IGREJA
1. A prática do batismo no início da igreja. O dia de Pentecostes, com o derramamento inicial do Espírito Santo na vida dos discípulos de Jesus, assinalou também o nascimento da Igreja depois da pregação de Pedro, quando, naquele mesmo dia, foram batizadas quase três mil pessoas que se agregaram a nova igreja (At 2.37-41). No entanto, o batismo em águas não é pré-requisito para receber o batismo com o Espírito Santo. Na casa de Cornélio, toda a sua família foi cheia do Espírito e falou em outras línguas e, a seguir, foi batizada em água (At 10.44-48). Naturalmente, uma pessoa que aceita a Cristo como seu Salvador e Senhor não deve ficar alheia à vida da igreja e ao batismo em água. Este, além de ser uma ordenança, objetiva integrar o crente ao Corpo de Cristo (At 2.41).

2. As realidades espirituais figuradas no batismo. O batismo em água é uma identificação pública do crente com Cristo, o seu Salvador, em que:
a) A descida do candidato às águas fala da nossa morte com Cristo;
b) A imersão nas águas está relacionada com o nosso sepultamento com Cristo;
c) O levantamento das águas representa a nossa ressurreição com Cristo em novidade de vida (Rm 6.3,4).

Um dos propósitos do batismo em águas é simbolizar a morte, sepultamento e ressurreição do novo crente e sua nova vida em Cristo.

Aqui eu Aprendi!
O batismo em água é a porta de entrada para agregar-se à igreja visível, terrena e local. Portanto, é indispensável que todo convertido a Cristo seja assim batizado e integrado à vida da igreja cristã local. O batismo não salva, no entanto, todos os que crêem em Jesus para sua salvação pessoal desejam descer às águas batismais em cumprimento ao mandato de Jesus (Mc 16.16).

O significado do Batismo
1. É um símbolo. O batismo é um símbolo da nossa identificação com a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus (Rm 6.3,4). Assim como Jesus morreu, também morremos para o mundo (Gl 2.20; Cl 3.3) e somos ‘sepultados’ pelo batismo, para que, juntamente com Ele, venhamos a ressuscitar em ‘novidade de vida’ (Rm 6.5; Cl 2.12).

2. É uma confissão. O batismo é também um ato de confissão da nossa fé em Jesus, pois, por intermédio desta, morremos para o mundo, a fim de pertencermos a Jesus (Gl 3.27; 1 Pe 3.18). O batismo se torna para o crente um verdadeiro limite entre o Reino de Deus e o mundo, como o mar Vermelho foi o limite entre a terra da escravidão (o Egito) e o caminho para a nova vida (Canaã - 1 Co 10.2).

3. É uma ordem. Jesus ordenou, e queremos obedecê-lO. Jesus é o nosso exemplo em tudo (1 Pe 2.21 ; Jo 13.15), e Ele foi batizado para cumprir toda a justiça de Deus (Mt 3.21). Assim, também queremos seguir as suas pisadas (1 Pe 3.21; Sl 85.13).

4. É uma bênção. É um ato em que Jesus opera na vida daquele que se submete a Ele, abençoando-o e confirmando a sua fé na Palavra. Não é, como alguns afirmam, um ato mágico que, apenas pela ministração, traz efeitos para a vida espiritual. A salvação é um dom de Deus (Rm 6.23). Porém, Deus proporciona, mediante o batismo, ricas bênçãos que aperfeiçoam a salvação recebida”.
(BERGSTÉN. E. Teologia sistemática. 4.ed., RJ: CPAD, 2005, p.244-5.)

APLICAÇÃO PESSOAL
A figura do batismo em águas ilustra a nossa plena identificação com Cristo. Somente aquele que experimentou a regeneração efetuada pelo Espírito Santo provou o que o símbolo representa - a plena identificação do crente com a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo.
O batismo não salva o crente, no entanto, todos os que crêem em Jesus para sua salvação pessoal, desejam descer às águas batismais em cumprimento ao mandato de Cristo Jesus.
O batismo no Espírito Santo é uma iniciativa divina. Jesus é quem decide a hora e o lugar para o crente ser batizado no Espírito Santo. Entretanto, o batismo em águas é uma decisão pessoal do cristão. Somente o crente, ele ou ela, é que decide quando batizar-se.
Alguns crentes ainda não foram batizados, muito embora estejam a tanto tempo na igreja. O que falta? Certeza de que é um salvo ou salva em Cristo? Medo de comprometer-se com a doutrina da igreja? Ainda não nasceram de novo? Não sabemos ao certo. Mas todo crente verdadeiramente convicto de todas as promessas de Deus para a sua vida, se ainda não foi batizado, aguarda com expectativa o momento para testemunhar publicamente de sua fé em Cristo.

Fonte: A Igreja e a sua missão – Revista Bíblica Dominical CPAD-2007 – comentarista-Elienai Cabral
MENZIES, W. W.; HORTON, S. M. Doutrinas bíblicas: os fundamentos da nossa fé. 5.ed., RJ: CPAD, 2005.

Aqui eu Aprendi!

7 comentários:

  1. Eu disse para o senhor, pastor Ismael, que tive uma excelente professora na escola bíblica. E aqueles momentos que vivi me nutriram ao ponto de sair dali convicta de descer às águas. Tivemos uma lição especialmente sobre isso. Fui bem esclarecida por ela e pelo Espírito Santo. Na minha mente, eu idealizava erguer-me uma nova pessoa, forte para vencer os combates. Eu lembro que os irmãos falavam muito "pegar fogo", que significava ter ânimo sobrenatural para pregar o Evangelho onde Deus orientasse. Lembro que a irmã Goreti nos falhou sobre sermos testemunhas de Cristo aqui na terra...

    Eu achava o máximo isso, Eu via o fervor dela e ansiava ser assim também. Normalmente tinha evangelismo aos domingos três horas antes do culto e, eu estava lá. Queria aprender como era, ouvir o que os irmãos falavam. Enfim, ver como eles se comportavam. E, assim fui aprendendo de Deus. Creio que Deus operou no meu desejo até que um dia me vi pregando. Realmente não lembro a primeira vez que preguei para alguém, não queria ter esquecido disso, mas minha memória me traiu... Mas eu sei que Deus foi me capacitando.

    No entanto, lembro de um episódio que marcou muito e passarei a narrá-lo para a glória de Deus. na época da minha conversão em meados dos anos 90 meus pais se separaram. O relacionamento deles era muito conturbado e minha mãe desejava muito o fim do casamento. Até que, encorajada pelo irmão dela, saiu de casa. A minha conversão aconteceu em períodos de grande turbulência, conflitos, dúvidas, medos, ansiedades, em suma, sofrimentos. Deus foi meu refúgio, meu porto seguro.

    Ela passava por grandes dificuldades porque havia saído de casa e papai lhe negara bens, ou seja, ele não daria uma casa para ela morar. No entanto, como trabalhava, alugou uma casa... longa história, mas por hora quero partir daqui. Frequentemente eu a visitava e, falava-lhe do amor de Deus, ou seja, testemunhava do amor de Cristo. Eu notava que ela se aborrecia com isso e, não tinha muito prazer em me receber por conta do assunto que eu sempre tratava: Deus. Claro, ela nunca deixou de me receber e, por educação me ouvia falar e recebia o folheto com a mensagem. Ela sempre me apresentava para as vizinhas dela como "a minha filha crente". Achava ótimo. Era isso mesmo. Um dia ela me apresentou para uma de suas vizinhas e disse algo assim que eu só sabia falar da Bíblia ao que a pessoa perguntou a mim "você é nova convertida? respondi afirmativamente. Então, com desdém disse "é por isso, daqui a pouco esfria, eu também era assim e hoje nem ligo." É aqui onde quis chegar.
    Esta resposta me inquietou muito, pastor. Era tão bom o que eu sentia que deixar de sentir para mim seria voltar para a perturbação da alma. Procurei conselhos na igreja, inclusive com a irmã Goreti e obtive algumas orientações quanto a isso. Na verdade, para o "fogo" não se apagar precisamos estar unidos a Cristo, foi o que aprendi. Então, passei a orar para que não isso não acontecesse comigo porque na época considerei muito ruim o estado daquela pessoa tão indiferente a Cristo. Como ela poderia deixar de falar sobre um Deus tão bom? Ela poderia me ajudar evangelizando minha mãe e jogou um balde de água fria assim... Acho que minha mãe riu da resposta dela... nem lembro se respondi algo, mas sei que fiquei decepcionada com aquela afirmação.

    Continua... (quando fui publicar veio o aviso que havia excedido os 4.096 caracteres... puxa, como escrevo muito!)

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    1. Nossa! Linda história irmã! Deus é fiel e te ama muito, é impressionante como ele te sustenta. Glória a Deus pela sua vida serva do Deus altíssimo

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  2. Continuação...


    Ela passava por grandes dificuldades porque havia saído de casa e papai lhe negara bens, ou seja, ele não daria uma casa para ela morar. No entanto, como trabalhava, alugou uma casa... longa história, mas por hora quero partir daqui. Frequentemente eu a visitava e, falava-lhe do amor de Deus, ou seja, testemunhava do amor de Cristo. Eu notava que ela se aborrecia com isso e, não tinha muito prazer em me receber por conta do assunto que eu sempre tratava: Deus. Claro, ela nunca deixou de me receber e, por educação me ouvia falar e recebia o folheto com a mensagem. Ela sempre me apresentava para as vizinhas dela como "a minha filha crente". Achava ótimo. Era isso mesmo. Um dia ela me apresentou para uma de suas vizinhas e disse algo assim que eu só sabia falar da Bíblia ao que a pessoa perguntou a mim "você é nova convertida? respondi afirmativamente. Então, com desdém disse "é por isso, daqui a pouco esfria, eu também era assim e hoje nem ligo." É aqui onde quis chegar.
    Esta resposta me inquietou muito, pastor. Era tão bom o que eu sentia que deixar de sentir para mim seria voltar para a perturbação da alma. Procurei conselhos na igreja, inclusive com a irmã Goreti e obtive algumas orientações quanto a isso. Na verdade, para o "fogo" não se apagar precisamos estar unidos a Cristo, foi o que aprendi. Então, passei a orar para que não isso não acontecesse comigo porque na época considerei muito ruim o estado daquela pessoa tão indiferente a Cristo. Como ela poderia deixar de falar sobre um Deus tão bom? Ela poderia me ajudar evangelizando minha mãe e jogou um balde de água fria assim... Acho que minha mãe riu da resposta dela... nem lembro se respondi algo, mas sei que fiquei decepcionada com aquela afirmação.

    Não digo para o senhor que esfriou o meu desejo de pregar o evangelho, isso não. Mas, às vezes, vem um desânimo pela dureza das pessoas ao nosso redor. Às vezes, sou tentada a desistir de alguém. Vem uma voz dizendo que estou perdendo tempo, ou coisa pior. Outras vezes sou afetada por pessoas da igreja por questões fúteis porque não acredito que deva ser assim. Enfim, estou vivendo o meu batismo nas águas e no Espírito confiada nas misericórdias de Deus... é uma realidade e não abro mão da minha vida com Deus...

    Glórias a Deus por minha história porque é a mais bela de todas as histórias. Ela é única. Muito Deus me ensinou e tem me ensinado e ainda vai me ensinar e, eu estou disposta para aprender.

    Sou um ser comum, amigo, mas incomum quando me ajoelho. O senhor me fez chorar...
    Deus te abençoe!
    Sábado lindo esse, não? Dádiva de Deus!!!!

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    1. Surpreendente irmã Terezinha! Muito impactante este seu relato minha amiga em Cristo Jesus! Perdão por faze-la chorar mas, acredito que, tudo foi, é e será sempre para Glória de Deus! Obrigado por compartilhar tão nobre experiencia de vida cristã.
      Sois forte! Então voe, voe mais alto, voe até tocar o céu...

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    2. Não precisava pedir perdão, pois, o senhor não fez nada que me magoasse...são sentimentos...
      Amém, obrigada por tudo!
      Deus te abençoe, amigo e irmão!

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  3. É muito lindo irmão falar sobre o batismo nas águas, um tema que nos faz relembrar nosso primeiro amor, aquele amor que queima como fogo em nós e queremos falar ao mundo a maravilha que é servir a DEUS, é o que acho que a irmã Terezinha sentiu. Obrigada irmão, por abordar o tema batismo, que é algo que deve ser renovado todos os dias em nossas vidas, jamais deve ser esquecido! A paz do Senhor.
    http://elviradeaquino.blogspot.com.br/

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    1. Obrigado pelo comentário irmã em Cristo Elvira de Aquino. Realmente um assunto que nos faz transbordar de alegria.
      Deus abençoe!

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