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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O que é uma Seita? - parte 1

....mas o qual a definição de Seita?

Seita é um termo que deriva do latim "secta" cujo significado é seguidor. O termo é utilizado para designar um grupo numeroso de uma determinada corrente religiosa, filosófica ou politica que se destaca da doutrina principal.
Sectário é um termo que designa o indivíduo que faz parte de uma seita.
Uma seita pode também ser considerada uma "divisão", "partido" ou "facção".
Informalmente, o termo pode ser utilizado para definir qualquer grupo organizado de pessoas que defendam as mesmas ideias ou tenham causas em comum.

A palavra seita vem da mesma palavra grega que a palavra heresia. essa palavra é "háiresis", que em grego significa escolha, tomar partido, corrente de pensamento. Quando a palavra háiresis passou para latim, transformou-se em secta.

Freqüentemente imaginamos em nossas mentes que uma seita é um grupo que adora a Satanás, sacrifica animais e toma parte em rituais maus, bizarros e pagãos (com muita cautela "mantenha seus olhos bem abertos" pois esses grupos também existem), porém, a maior parte das seitas tem aparência muito mais inocente.

A definição cristã específica de uma seita é um grupo religioso que nega um ou mais dos fundamentos da verdade Bíblica. Os ensinamentos mais comuns das seitas são que Jesus não era Deus e que a salvação não se dá somente pela fé. A negação da divindade de Cristo resulta na morte de Jesus não sendo um pagamento suficiente pelos nossos pecados. A negação da salvação somente pela fé resulta na salvação sendo atingida pelas nossas próprias obras – algo que a Bíblia veemente e consistentemente nega. E mais, negam o Consolador, dizendo que o Espírito Santo não é Deus (TRINDADE) afirmando ser uma mera força (uma energia). Temos ainda, em algumas seitas a negação do sangue de Cristo para remissão dos pecados.

Todos os CAMINHOS levam a DEUS?
Todas as pessoas têm o direito de professar a religião de sua escolha!
A tolerância religiosa é extensiva a todos. Isso não significa, porém, que todas as religiões sejam boas.
Nos dias de Jesus haviam grupos religiosos (cito dois):
- os saduceus (At. 5.17)
- os fariseus (At 15.5)
Os dois grupos tinham posições religiosas distintas (At 23.8). Mesmo assim, Jesus não os poupou, chamando-os de hipócritas, serpentes, raça de víboras (Mt 23.13-15,33).

Jesus deixa claro que não existe a ideia de que todos os caminhos levam a Deus. Ele, o Filho de Deus, ensina que existem "apenas" dois caminhos (Mateus 7 13-14):
- o estreito, que conduz à vida eterna;
- o largo e espaçoso, que leva a destruição.

Os apóstolos tiveram a mesma preocupação: não permitir que heresias, falsos ensinos, adentrassem na igreja. O primeiro ataque doutrinário lançado contra a Igreja foi o legalismo. Alguns judeus-cristãos estavam instigando novos convertidos à prática das leis judaicas, principalmente a circuncisão. Em Antioquia, por exemplo, havia uma igreja constituída de pessoas bem preparadas no estudo das Escrituras (At 13.1), que perceberam a gravidade do ensino de alguns que haviam descido da Judéia e ensinavam: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podereis ser salvos (At 15.1). Tais ensinamentos eram uma ameaça à Igreja. Foi necessário que um concílio apreciasse essa questão e se posicionasse. Em Atos 15.1-35 temos a narrativa que demonstra a importância de considerarmos os ensinos que contrariam a fé cristã. Outras fontes ameaçam a Igreja. Dentre elas, destacamos a pluralidade religiosa. 

PLURALIDADE RELIGIOSA 
A pluralidade religiosa não é exclusiva dos tempos de Jesus. Atualmente existem milhares de seitas e religiões falsas, as quais pensam estar fazendo a vontade de Deus quando, na verdade, não estão. Há dez grandes religiões principais: Hinduísmo, Jainismo, Budismo e Siquismo ( na Índia); Confucionismo e Taoísmo (na China); Xintoísmo (no Japão), Judaísmo (na Palestina), Zoroastrismo (na Pérsia, atual Irã) e Islamismo (na Arábia). Nessa lista, alguns incluem o Cristianismo. Além disso, existem mais de dez mil seitas (ou subdivisões dessas religiões), estando seis mil localizadas na África, 1200 nos Estados Unidos e o restante em outros países.

Para efeitos didáticos, o Instituto Cristão de Pesquisas classifica assim as seitas:
Secretas: Maçonaria, Teosofia, Rosa-crucianismo, Esoterismo etc.
Pseudocristãs: Mórmonismo, Testemunhas de Jeová, Adventismo do Sétimo Dia, Ciência Cristã, A Família (Meninos de Deus) etc.
Espíritas: Kardecismo, Legião da Boa Vontade, Racionalismo Cristão etc.
Afro-brasileiras: Umbanda, Quimbanda, Candomblé, Cultura Racional etc.
Orientais: Seicho-No-Iê, Messiânica Mundial, Arte Mahikari, Hare-Krishna, Meditação Transcendental, Unificação (Moonismo), Perfeita Liberdade etc.

Enquanto essas e outras seitas se multiplicam, e seus guias desencaminham milhões de pessoas, os cristãos permanecem indiferentes, desatentos à exortação nos revelada no livro de Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago: "...exortando-vos a pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos."

PORQUE ESTUDAR AS FALSAS DOUTRINAS
Muitos perguntam por que se deve estudar as falsas doutrinas. Para esses, seria melhor a dedicação à leitura da Bíblia. Certamente devemos usar a maior parte de nosso tempo lendo e estudando a Palavra de Deus, porém essa mesma Palavra nos apresenta diretrizes comportamentais relacionadas aos que questionam nossa fé. Assim sendo, apresentamos as razões para o estudo das falsas doutrinas:
1ª Defesa própria: Várias entidades religiosas treinam seus adeptos para ir, de porta em porta, à procura de novos adeptos. Algumas são especializadas em trabalhar com os evangélicos, principalmente os novos convertidos. Os cristãos devem se informar acerca do que os vários grupos ensinam. Só assim poderão refutá-los biblicamente (Tt 1.9);
2ª. Proteção do rebanho: Um rebanho bem alimentado não dará problemas. Devemos investir tempo e recursos na preparação dos membros da Igreja. Escolas bíblicas bem administradas ajudam nosso povo a conhecer melhor a Palavra de Deus. Um curso de batismo mais extensivo, abrangendo detalhadamente as principais doutrinas, refutando as argumentações dos sectários e expondo-lhes a verdade será útil para proteger os recém convertidos dos ataques das seitas;
3ª Evangelização: O fato de conhecermos o erro em que se encontram os sectários nos ajuda a apresentar-lhes a verdade de que necessitam. Entre eles se encontram muitas pessoas sinceras que precisam se libertar e conhecer a Palavra de Deus. Os adeptos das seitas também precisam do Evangelho. Se estivermos preparados para abordá-los e demonstrar a verdade em sua própria Bíblia, poderemos ganhá-los para Cristo;
4ª Missões: Desempenhar o trabalho de missões requer muito mais que deslocar-se de uma região para outra ou de um país para outro. Precisamos conhecer a cultura onde vamos semear o Evangelho. Junto à cultura teremos a religiosidade nativa. Conhecer antecipadamente tais elementos nos dará condições para alcançá-los adequadamente.

Uma objeção levantada por alguns é esta: Não gosto de falar contra outras religiões. Fomos chamados para pregar o Evangelho. Concordamos plenamente, todavia lembramos que o apóstolo Paulo foi chamado para pregar o Evangelho e disse não se envergonhar dele (Rm 1.16). Disse também que Cristo o chamou para defender esse mesmo Evangelho (Fp 1.16).

A objeção mais comum é a seguinte: Jesus disse (Mateus 7) para não julgarmos, pois com a mesma medida que julgarmos, também seremos julgados. Quem somos nós para julgar? Ora, o contexto mostra que Jesus não estava proibindo todo e qualquer julgamento, pois no versículo 15, ele alerta: acautelai-vos dos falsos profetas. Como poderíamos nos acautelar dos falsos profetas se não pudéssemos identificá-los? Não teríamos de emitir um juízo classificando alguém como falso profeta? Concluímos, portanto, que há juízos estabelecidos em bases corretas, mas, para isso, é preciso usar um padrão correto de julgamento e, no caso, esse padrão é a Bíblia (Is 8.20). Há exemplos nas Escrituras de que nem todo juízo é incorreto. Certa vez Jesus disse: julgaste bem (Lc 7.43). Paulo admitiu que seus escritos fossem julgados (1 Co 10.15). Disse mais: O que é espiritual julga bem todas as coisas (1 Co 2.15).

Aqui eu Aprendi!
"antes santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós; " 1 Pedro 3.15

"E outra vez, diz também Isaías: Haverá a raiz de Jessé, aquele que se levanta para reger os gentios; nele os gentios esperarão.

Ora, o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz na vossa fé, para que abundeis na esperança pelo poder do Espírito Santo." Romanos 15 12-13

A Esperança é Jesus!
Sem Jesus não há salvação!

Não procure a salvação em substitutos, nem mesmo em organizações religiosas; pois a Bíblia é absoluta e verdadeira ao enfatizar que a salvação do homem vem exclusivamente por meio de Jesus.
(Jo 1.45; 5.39-46; Lc 24.27, 44; At 4.12; 10.43; 16.30-31; Rm 10.9-10)

Jesus é Deus - "No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." João 1:1


A Bíblia é clara ao ensinar que somos salvos pela graça, por meio da fé, e isso não vem de nós, é dom de Deus, não vem das obras, para que ninguém se glorie (Ef 2.8-9). Praticamos boas obras não para sermos salvos, mas porque somos salvos em Cristo Jesus.


A eficacia do sangue de Cristo para cancelar os pecados nos é apresentado como a mensagem central da Bíblia - "e da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados,"  Apocalipse 1:5


Ensinar que uma organização religiosa possa salvar é pregar outro evangelho (2 Co 11.4; Gl 1.8), divide a fidelidade a Deus com a fidelidade à organização e tira de Jesus a sua exclusividade de conduzir-nos ao Pai (Jo 14.6). Não há salvação sem Jesus (At 4.12; 1 Co 3.11). Lembremos da passagem de Lucas 23:43, o pecador é salvo quando se arrepende (Lc 13.3) e aceita a Jesus como Salvador único e pessoal (At 16.30-31)


Jesus nos deixou bem claro: "Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que Eu vá, porque, se Eu não for o Consolador não virá para vós; se, porém, Eu for Eu vo-Lo enviarei. Quando Ele (Espírito Santo) vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo..." João 16 7-8 - o Espírito Santo convencendo o pecador do seu erro. Ele nos convence do pecado, da justiça e do juízo.


Mas ele (Jesus) foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.


As seitas a fim de enganar as pessoas, usam uma terminologia cristã, mas que na prática se revela totalmente falsa. Dizem crer nos mesmos pontos de fé dos cristãos ortodoxos apenas para uma aproximação pacífica visando sempre o proselitismo desleal. No entanto um exame mais atento, porém, revela que esta igualdade é apenas aparente e nominal. 
Em contraste com uma religião, uma seita é um grupo que afirma ser cristão, porém negam as verdades essenciais do cristianismo bíblico.
Nossa esperança e oração é que todas essas pessoas envolvidas em seitas “cristãs” percebam os enganos "as mentiras" e sejam trazidas para a verdade da salvação em Jesus Cristo.


Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. "Gálatas 1.8"

Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. "1 Corintios 3.11"


E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos. "atos 4.12"


A salvação é pela graça "exclusivamente", através da fé "exclusivamente", em Cristo "exclusivamente", como revelada na Escritura "exclusivamente", para a glória de Deus "exclusivamente". 


Fonte: Bíblia Pentecostal de Estudo; gotquestions.org; CACP-Ministério Apologético; Bíblia Apologética; Bíblia Defesa da Fé; Dicionário Bíblico-Vida Nova; Wikipédia, Significados.com.br; ICP-Instituto Cristão de Pesquisas


Sugestão de leitura: 

Um comentário:

  1. É verdade não é todos caminhos que leva a Deus ai se a pessoa conhece um outro atalho um caminho mais facil acaba ficando e m muitos casos vai passando de geração a geração.

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