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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Quem são os 144 mil? - Apocalipse 7 e 14

"E ouvi o número dos selados, e eram cento e quarenta e quatro mil selados, de todas as tribos dos filhos de Israel." Apocalipse 7:4

"E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai. E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão; e ouvi uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas. E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra." Apocalipse 14:1-3

Um ponto interessante e que merece a nossa atenção é a crença jeovista que envolve as 144 mil pessoas descritas nos capítulos 7 e 14 do livro Apocalipse. Sobre este tema, crêem basicamente os TJs que apenas um pequeno rebanho de 144 mil sortudos irá para o céu e reinará com Cristo. Para saber mais sobre o assunto leia a postagem As Testemunhas de Jeova.

A Bíblia nos mostra em Romanos 10.13 "Porque todo aqueles que invocar o nome do Senhor será salvo."

Com Jesus há Vida Eterna “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3.16

Entendo que, expondo no momento, estes dois versículos as más interpretações já se desfaçam completamente.


Mas na realidade, quem são ou o que representam estes destacados 144 mil? 

Primeiramente tem que se observar que o tempo desta aparição já é o da tribulação (‘escondei-nos... da ira do Cordeiro’ Ap 6:16), ou seja, a Igreja já estará nos céus com Jesus, participando do Tribunal de Cristo e das Bodas do Cordeiro (ver Ap 7:9-17); portanto, os 144 mil representam, em uma primeira e superficial análise, pessoas que crerão no período dos sete anos de tribulação e governo do Anticristo.


Do capítulo 7 de Apocalipse podemos destacar algumas observações, que são:
· Os três primeiros versos revelam um cenário de uma grande destruição natural iminente, destruição esta que está sendo cuidadosamente contida pelos anjos até que se assinalem, identifiquem os servos de Deus, obviamente para que se efetue uma separação entre justos e ímpios.
· O verso quatro revela o número destes justos (144 mil) e de onde eles provem (todas as tribos de Israel).
· Do versículo 5 até o 8 encontra-se o relato de que cada tribo de Israel tem 12 mil selados (12 X 12 = 144).

Pois bem, percebemos de pronto o cuidado de Deus para com os seus fiéis, nenhum dano ou catástrofe seria permitida antes de se identificar os fiéis a Deus; identificação esta, como já foi mencionado, é para separar os justos e os ímpios, para que os anjos (que não são oniscientes) possam distinguir entre um fiel e entre um ímpio. Agora adentramos mais especificamente ao número 144.000. Há aqui duas interpretações: uma diz que os 144 mil são verdadeiramente e somente Judeus; a outra afirma que os 144 mil representam todos os que creram em Cristo após o arrebatamento da Igreja, incluindo aí tanto Judeus como gentios. Qual das duas é a correta não tem muita importância para o caso em questão, o importante aqui é compreendermos que esses 144 mil não são o número exato e real destes fiéis, mas sim que eles representam uma simbologia.


O livro do Apocalipse é reconhecidamente um livro repleto de alegorias. Observemos apenas a descrição da nova Jerusalém em Ap 21:15-17, que diz: “E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro. E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais. E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo”. A cidade é descrita como um cubo perfeito, do mesmo modo como o Santo dos Santos no Tabernáculo do A.T., aonde Deus manifestava a sua glória e poder purificador, enchendo o Santíssimo de sua santa glória; do mesmo modo, o cubo perfeito que simboliza a nova Jerusalém nos demonstra a perfeição da cidade, e que a mesma será cheia da glória e da santidade de Deus. É óbvio que Deus não criará uma cidade em um quadrado, aonde os moradores da parte de cima ficarão de cabeça para baixo em relação aos que estão em baixo, e os moradores das laterais ficarão em uma posição perpendicular em relação aos demais, uma concepção desta é no mínimo ridícula e cômica. Jesus disse que Ele era a videira verdadeira e nós as varas (Jo 15:5), disse que era a porta (Jo 10:9) e disse ainda que era o pão vivo que desceu do céu (Jo 6:51), mas nem por causa disso nós imaginamos Jesus literalmente como sendo uma árvore aonde nós podemos chegar e arrancar um fruto, uma porta por onde nós passamos por dentro e muito menos um pedaço de pão que possamos comer. O que eu quero dizer é que a Bíblia é um livro espiritual, e que, portanto, deve ser interpretado com os olhos espirituais (1 Co 2:14,15); é bem certo que ela contém relatos e descrições reais, mas um bom conhecimento bíblico, da pessoa de Deus, discernimento espiritual e um bom uso da razão nos mostram quando algo é literal e quando algo é simbólico (ver Jo 6:54-58).


Doze era o número das tribos de Israel (Antiga Aliança) e o número dos apóstolos de Cristo (Nova Aliança), percebemos aí o seu valor espiritual e moral. Doze mil de cada tribo de Israel representa os israelitas que creram em Cristo no período tribulacionista e se manterão fiéis a Ele. Os membros da Igreja já arrebatada são identificados na seqüência do capítulo 7, no verso 9, que diz: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos”; percebe-se neste verso que os membros da Igreja que se encontravam na glória (‘diante do trono’) formavam ‘uma multidão a qual ninguém podia contar’, derrubando de vez o ensino jeovista de que apenas 144 mil vão para o céu. Verdadeiramente os 144 mil do capítulo 7 representam os israelitas convertidos, até porque seria algo extremamente estranho que exatamente 12 mil judeus descendentes de cada tribo aceitassem a Cristo como o Messias. Sem dúvida alguma Deus não se limitaria a tal coisa.

A leitura de Ap 14:1-5 acaba de vez com toda dúvida. O monte Sião está intrinsecamente ligado a Israel e chega a ser usado a expressão ‘monte Sião’ como analogia a ‘Israel’, cf. 2 Re 19:31; Sl 48:2; 74:2; 78:68; Is 18:7; 24:23; 29:8; Jl 2:32; Ob 1:17; Mq 4:7. Nesta passagem apocalíptica vê-se a cena de Cristo sobre o monte Sião com os 144 mil crentes fiéis. Estes 144 mil não representam a Igreja já arrebatada, pois os sete anos de tribulação ainda não se findaram e Cristo ainda não desceu com os Santos do A.T e com a Igreja glorificada, mas representam sim todos os judeus que creram no período tribulacionista, possivelmente não só os judeus, mas também os gentios que vieram a crer, visto que Paulo chama os gentios convertidos de ‘Israel de Deus’ em Gl 6:16 (ver Ap 6:9-11). Texto Anchieta Campos


QUEM SÃO OS 144 MIL?
"Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro. E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus." Apocalipse 14:4,5

Destaque para:
- não contaminados com mulheres - puros, imaculados, fora do regime sincretista das religiões "falsas";
- seguem o Cordeiro - O Cordeiro é figura de Cristo "o Cordeiro de Deus" João 1.36 - dizem não ao Anticristo e a marca da besta;
- na sua boca não se achou engano - não mentirosos, enganadores, falsos - verdadeiros evangelistas selados com Espírito Santo.

"...da tribo de Judá, havia doze mil selados; da tribo de Rúbem, doze mil selados; da tribo de Gade, doze mil selados; da tribo de Aser, doze mil selados; da tribo de Naftali, doze mil selados; da tribo de Manassés, doze mil selados; da tribo de Simeão, doze mil selados; da tribo de Levi, doze mil selados; da tribo de Issacar, doze mil selados; da tribo de Zebulom, doze mil selados; da tribo de José, doze mil selados; da tribo de Benjamim, doze mil selados." Apocalipse 7:5-8


SUBSÍDIO TEOLÓGICO
Quem são os 144.000 selados?
Essa pergunta é importante, pois existem diversas explicações. Vários expositores não querem de modo nenhum aceitar o que está escrito tão clara e inequivocamente em Apocalipse 7.4: “Então ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel”. Ao invés de falar das tribos dos filhos de Israel, tais expositores falam das “tribos dos crentes fiéis” ou da Igreja de Jesus (que então já terá sido arrebatada) ou dos seus próprios grupos. As “Testemunhas de Jeová”, por exemplo, alegam que os 144.000 serão uma elite dentre eles. Mas esta não é a única doutrina que afirma isso; existem ainda outras. Notável, entretanto, é que também muitos cristãos têm um preconceito doentio contra tudo o que é judaico. Para eles está certo que todas as manifestações de graça prometidas ao povo judeu devam ser entendidas como se aplicando à Igreja. Naturalmente, isso aos seus olhos, isso não vale em casos de ameaça de juízo. Essas são deixadas para Israel com todo o prazer. O Apocalipse, no entanto, distingue claramente entre a Igreja (por exemplo, nas cartas), os povos (a grande multidão que ninguém podia enumerar, cap. 7.9) e Israel (por exemplo, no cap. 7.4). Os 144.000 selados são judeus que creram, que se converterão a Jesus Cristo durante a Grande Tribulação, isto é, após nosso arrebatamento.
Esses 144.000 selados são intocáveis para a “besta”, que ainda não poderá se manifestar com toda a sua violência. Voltamo-nos agora para a primeira metade de 3 ½ anos da Grande Tribulação. Nesse tempo, o anticristo será o político mais popular que já existiu no mundo. Esse homem conseguirá juntar árabes e israelenses. A “besta” será tão poderosa, que ninguém “pode pelejar contra ela” (Ap 13.4b). Ela trará um período de progresso econômico generalizado, que agora nem podemos imaginar. Então haverá realmente “Um povo – um reino – um “Führer” (líder)”. Todos o exaltarão como o que trouxe a paz. Os israelenses o aceitarão como messias, menos os 144.000, que se terão convertido a Jesus Cristo e terão o selo do Espírito Santo (o nome do Pai e do Filho, Ap 14.1) nas suas frontes. Em contraste, a maioria das pessoas terá a “marca da besta” “sobre a mão direita, ou sobre a fronte” (Ap 13.16). Mas os 144.000 selados de Israel serão absolutamente intocáveis para o anticristo.
Quando tiverem passado então os primeiros 3 ½ anos e as nações tiverem ocupado Jerusalém, sim, o átrio do templo lhes tiver sido entregue durante 42 meses e começar a “abominação desoladora”, os 144.000, ou seja, uma delegação deles, adorarão no templo (apesar da “besta” já estar agindo então com furor). Apocalipse 11.1 fala a respeito: “Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara e também me foi dito: Dispõe-te, e mede o santuário de Deus, o seu altar, e os que naquele adoram”. Quem, dentre os gentios, se converter então a Jesus Cristo será imediatamente preso e executado. O mesmo não se dará com os 144.000 crentes dentre Israel, os quais a “besta” não poderá tocar nem prejudicar de qualquer maneira


Um despertamento mundial como nunca houve
Em Apocalipse 7.5-8, se relata que serão escolhidos doze mil judeus de cada tribo, totalizando 144.000. Com a ajuda desses evangelistas judeus, Deus produzirá esse despertamento mundial realizando assim outro objetivo da Grande Tribulação. Arnold Fruchtenbaum, um judeu crente no Messias, escreve sobre essa maravilhosa tarefa dos 144.000 selados:
“Há uma vantagem no fato de Deus utilizar intencionalmente judeus para produzir um despertamento espiritual mundial num curto período de três asnos e meio (esse despertamento se limita à primeira metade da Grande Tribulação).
Quando se forma atualmente missionários para a evangelização em um campo missionário estrangeiro, eles precisam primeiro ser treinados intensivamente em uma escola bíblica ou um seminário, para conhecerem a Bíblia. Isso leva de três a quatro anos. Mas quando tais alunos de escolas bíblicas ou seminaristas, através desse estudo, obtêm a capacidade de pregar a Palavra de Deus ao seu próprio povo, eles continuam despreparados para trabalhar no exterior. Eles têm que passar mais dois anos com estudos lingüísticos, pois precisam aprender o idioma do país onde pretendem pregar o Evangelho. Desse modo, atualmente um missionário tem que ser treinado por aproximadamente seis anos, até atender a todos os requisitos necessários para poder anunciar o Evangelho em uma língua estrangeira.

O grande despertamento de que se fala aqui, acontecerá, entretanto, em três anos e meio – na primeira metade da Grande Tribulação. Por isso, não sobrará muito tempo para o treinamento. Por isso, em Sua sabedoria, Deus escolheu justamente judeus para realizar essa tarefa (eles recolherão a grande ceifa de Deus. NR). Em todas as partes do mundo vivem judeus. Todas as maiores línguas mundiais, e também grande parte dos idiomas menos importantes, são falados em algum lugar por judeus. E a maioria dos judeus fala no mínimo duas línguas. Além disso, a maior parte dos judeus recebe bom e sólido ensino das Escrituras do Antigo Testamento. Eles têm, portanto, de modo geral, se foram educados no judaísmo, bons conhecimentos dos textos antigo-testamentários.
Algum tempo depois do arrebatamento da Igreja, portanto, 144.000 judeus de todo o mundo se converterão a Jesus Cristo. Eles já falarão a língua de que vão precisar. Eles também já conhecerão o Antigo Testamento e necessitarão somente pouco tempo para aprender sobre o conteúdo do Novo Testamento. Por isso, já depois de curto espaço de tempo, eles estarão em condições de pregar o Evangelho (três dias após a conversão de Saulo de Tarso – depois Paulo – temos em Atos 9.20: “e logo pregava nas sinagogas a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus”. NR). Durante a primeira metade da Grande Tribulação, Deus evangelizará o mundo através desses 144.000 judeus, cumprindo assim a profecia de Mateus 24:14: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim.
Depois que João viu os 144.000 judeus na primeira parte de Apocalipse 7, ele também ficou sabendo qual será o resultado do trabalho deles: “Depois destas cousas vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação. Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e, ante o trono se prostraram sobre os seus rostos e adoraram a Deus, dizendo: Amém. O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graça, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus pelos séculos dos séculos. Amém. Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram? Respondi-lhe: Meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram as suas vestiduras, e as alvejaram no sangue do Cordeiro, razão porque se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.” Depois dos 144.000 judeus, João viu milhares e milhares de gentios e outros judeus, que durante a Tribulação experimentaram a salvação através da fé em Jesus Cristo. Através dos 144.000 judeus, Deus alcançará o terceiro objetivo da Grande Tribulação – o despertamento mundial.”

Segundo meu entendimento, através disso também se cumprirá o que está profetizado em Isaías 66.19: “Porei entre elas um sinal, e alguns (isto é, não todos, somente os 144.000 selados) dos que foram salvos enviarei às nações, a Társis, Pul e Lude que atiram com o arco, a Tubal e Java, até às terras do mar mais remotas, que jamais ouviram falar de mim, nem viram a minha glória; eles anunciarão entre as nações a minha glória.”
Pois antes, em Isaías 66.8, fala-se profeticamente da fundação do Estado de Israel em 1948, e o versículo 10 fala sobre a devolução de Jerusalém a Israel, que ocorreu no dia 7 de junho de 1967. Depois (vv. 15-16) se faz referência à Terceira Guerra Mundial e a seguir – portanto, durante a Grande Tribulação – o Senhor fala repentinamente de missões mundiais, no versículo acima citado (v.19). E essa evangelização mundial prosseguirá então no Milênio através de todo o Israel.

Naturalmente, alguns objetarão: Como poderão converter-se pessoas durante a Grande Tribulação, se o Espírito Santo com a Igreja de Jesus tiver sido arrebatado da terra? Resposta: Realmente, o Espírito Santo na Igreja tem atualmente a tarefa de deter o “iníquo”, o anticristo. E é certo que o Espírito Santo será retirado da terra com a Igreja por ocasião do arrebatamento, pois lemos em 2 Tessalonicenses 2.7: “Com efeito o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém (o Espírito Santo)”. Por ocasião do arrebatamento, o Espírito Santo subirá ao céu com a Igreja, ao encontro de Jesus, como o servo Eliezer conduziu antigamente a noiva Rebeca a Isaque. Mas esse mesmo Espírito Santo não permanecerá inativo, pois agirá na terra nos e com os 144.000 selados sobre “todas as nações, tribos, povos e línguas” – e será salva uma “grande multidão que ninguém podia enumerar”. Quando falamos da Grande Tribulação, pensamos principalmente em um tempo muito escuro. Mas, trata-se também de um período luminoso, claro, justamente por causa do despertamento, como nunca antes houve! - Extraído do livro: Quem são os 144.000 e as 2 Testemunhas do Apocalipse? - Wim Malgo


Fonte:
Wim Malgo - Quem são os 144.000 e as 2 Testemunhas do Apocalipse? - ed.Chamada da Meia Noite
Os 144.000 do Apocalipse - Anchieta Campos


Leia também:
Aqui eu Aprendi!

8 comentários:

  1. Conteúdo maravilhoso e completíssimo!

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  2. Meu caro. Em nenhum momento as Testemunhas de Jeová afirmam que somente 144.000 serão salvos. Esses 144.000 são os que reinarão com Cristo nos céu sobre a terra. E quem estará na terra? São os da grande multidão que nenhum homem pode contar. E não me venha dizer que a terra será destruída. Pois em lugar algum da bíblia diz isso. "Deus criou a terra e a estabeleceu por tempo indefinido", "geração vai geracao vem, mas a terra permanece para sempre". Leia sal 37:29, ecl 1:4, mat 5:5.

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    Respostas
    1. Jailson Rosa, espero que possa se informar melhor sobre este assunto, sugiro (abaixo) alguns links (postagens) que temos aqui no blog.

      A Palavra de Deus após o Arrebatamento
      http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2015/10/a-palavra-de-deus-apos-o-arrebatamento.html

      A Grande Tribulação
      http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2016/02/a-grande-tribulacao-escatologia.html

      As Bodas do Cordeiro
      http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2016/02/as-bodas-do-cordeiro-escatologia.html

      As duas Testemunhas
      http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2015/10/as-duas-testemunhas-citadas-em-apocalipse-11.html

      Novos céus e Nova Terra
      http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2016/03/novos-ceus-e-nova-terra-escatologia.html

      Espero que possa realizar as leituras e assim conhecer mais. Uma atitude de aprendiz é sempre muito bom!

      obrigado pela participação
      Pastor Ismael

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  3. Graça e Paz, meu amado!!
    Gostei do estudo, bem completo; mas tenho uma idéia que desde que me conheço por cristão vejo a igreja pregar e que não bate com a bíblia mas por algum motivo se tornou "verdade" dela, igreja.
    Arrebatamento pré-tribulação.
    Lendo os evangelhos, lendo mais diretamente as últimas instruções que Cristo deu a Seus discípulos em Mateus, Ele nos alerta sobre o fim dos tempos, das dificuldades, das calamidades que aconteceriam, de que o amor de muitos se esfriaria, ou seja, alertava a igreja (que somos nós, os que creem) sobre esses acontecimentos porque elas enfrentaria os mesmos, sendo assim, ela estará aqui, entendi?
    No mais certa data conversando sobre o assunto com um irmão ele me afirmou que estava escrito sobre o arrebatamento pré-tribulação, de que ele aconteceria; me indicou onde estaria, "mais ou menos", e chegando em casa na hora do almoço fui ver, olhei o novo testamento inteiro e só achei referência em apocalipse 6:10; na hora dobrei os joelhos buscando entendimento com Deus porque meu coração ardia de uma palavra, a Sua palavra me instruía para algo que aquele versículo dizia que não iria acontecer, eu estava confuso... Do nada algo falou comigo: "Os mortos ressucitarão primeiro".
    Creio que isso explica meu pensamento a respeito dessa "verdade" pregada nas igrejas que eu não concordo; estamos todos aprendendo de Deus.

    Deus te abençoe!

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  4. EXISTE UM GRANDE PROBLEMAS COM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
    ELES NÃO LEEM OUTRAS LITERATURAS A NÃO SER DE SUAS PUBLICAÇÕES

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    Respostas
    1. Acho que desde ficar preocupado com que acreditam as Testemunhas de Jeová , se preocupe com o que você acredita.É interessante lembrar que há coisa de trinta anos atrás outras igrejas diziam que Jeová é o Deus das testemunhas. Sendo que o nome de Deus aparece em várias traduções, hoje várias igrejas usam o nome de Deus Jeová. Elas sim se preocupam com á palavra de Deus quanto a ler outras publicações , isso vai de casa um tem irmão que não lê nem as publicações das testemunhas que dirá de outras igrejas. Acho que você pôde ensinar o que acredita sem atacar outras denominações. Acho que Jeovitas tem um tom meio de deboche e desrespeito , mas ao mesmo tempo você mostra quem é o povo de Jeová, Deus realmente disse que tiraria um povo para o seu nome.

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  5. Deus abençoe a cada um de nós
    pois cremos em Deus
    a paz a todos os irmãos

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